(Editora Boitempo Editorial|2011|304 folhas|39,00 reais)
"Há uma dívida generalizada do sujeito contemporâneo de nunca estar tão em sintonia com essa euforia que lhe é exigida"
Apesar de atender no consultório há 25 anos, faz apenas 6 que a psicanalista paulista Maria Rita Kehl começou a tratar casos de pacientes que se declaram deprimidos. Coincidentemente ou não, desde que passou a admiti-los, notou um crescimento da demanda por esse tipo de tratamento. Somados a essa experiência pessoal estão os dados. Na França, da década de 70 para a década de 80, o número de depressivos aumentou 50%. No Brasil, nos primeiros anos do século XXI, 17 milhões de pessoas foram diagnosticadas como depressivas.

